
Me cerco de boas intencões
E amigos de nobres corações
Que sopram e abrem portões
Com chave que não se copia
Amigos não são só pessoas que te fazem bem, são, também, pessoas te regulam ,ou seja, necessárias na vida. O fato é que não ver eles parece ter peso significativo na minha mente. Só meu violão ou outros meio para me relaxar ou entrenter não são suficientes. E antes que pense: “Entaão só servem para diversão?
Vão além disso, eu não sei explicar, mas está presente só na diversão não declararia ninguém amigo. Eu citaria muitas pessoas, ou lembranças de tais.
Já aqueles que são “fodas” ou amigo, ou quase lá:
Já falei falei a alguns que admiro. E que possuem diferencial na conversa, Amauri é um XD.
Nossa conversa é política, cultural, humoristica(das piores) e opiniões tecidas por mentes distintas prontas ao debate. Tem aquelas amizades com ar de criança pequena ou travessa, extrovertida demais, introvertida ou hiperativa. Nestas, eu tenho que admitir que dá vontade de proteger, de ter conversas em outra dimensão de assunto, de fazer rir ou coisa parecida, são aquelas meio-mulheres, meio-crianças(raridades).
Bom, conclusão do assunto: Há possibilidade alva de se tornar louco sem eles.
Mas é com eles que vem a loucura sana, benéfica.
Lenda Tsuru:
Pra quem não sabe, Tsuru são origames de aves. Nessa caso, a cegonha.
Certo dia, um pescador estava fazendo seu caminho de volta a sua casa. Quando, no meio do caminho, encontra uma cegonha agonizando prestes a morrer. O pescador a leva para sua casa, aonde cuida dela até se recurperar, podendo, então, liberta-la para o meio que vive.
Certo tempo depois do ocorrido. Chega uma bela mulher em sua casa, dizendo: “Pescador, por favor, aceite este tecido, porém não poderei fazer mais do mesmo.”
O tecido era feito de penas, penas de cegonha. Com tal gananciosidade o pescador foi ao centro, e o vendeu por muito dinheiro. Após o feito, ele voltou a moça, e lhe pediu mais um tecido. A moça, meio abatida, concordou.
Novamente ela voltou e disse: “Aceite-o, mas não poderei fazer mais do mesmo.”
O pescador, com a mesma ganância, o vendeu, e pediu novamente a moça para que fizesse mais um.
A moça já não abatida, mas, sim, triste, aceitou.
Curioso com o fato de a mulher só fazer o tecido à noite. O pescador foi à pequena cabana que era feito o tecido. E, ao olhar, viu que a moça que fazia o tecido nada mais era do que a cegonha, adquirindo a forma de mulher.
A cegonha já agonizante, morrendo, olhou para aquele que um dia foi seu salvador, e se estendeu morta no chão.
Sabendo sobre a gratidão da cegonha, e que seu espírito não sumiria, o pescador, como forma ,de que, queria ser perdoado, começou a fazer vários tsurus.
Ultimamente não me vem muitas palavras para se refletir. Ou, realmente alguns motivos.
2012, fevereiro.
Mês que se começa as aulas, que se reencontram os amigos ou simples colegas.
Em especial, 2012 não vai ser especial ou mais divertido do que os outros.
